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07/05/2008
O Grupo Artecola, com sede em Campo Bom/RS, comemorou 60 anos de atividades no último dia 5 com uma série de eventos, entre eles o lançamento do livro que conta a sua história, o plantio de árvores, homenagem a colaboradores e a inauguração de um busto em homenagem ao seu fundador, Francisco Xavier Kunst (falecido em 2003).
Os protótipos foram submetidos a testes na Antartida. As botas foram utilizadas e aprovadas pelos integrantes de uma expedição brasileira que esteve na região em fevereiro. A produção terá início no final do mês. Serão feitos inicialmente 2,5 mil pares ao dia, cujos preços vão variar de R$ 50,00 a R$ 600,00. As entregas ocorrerão a partir de julho, envolvendo principalmente clientes que já utilizam a linha de calçados de segurança da empresa no Brasil. Para a produção, a Artecola importou um equipamento que realiza a injeção direta do solado no cabedal, atualmente em fase de nacionalização. Há 20 anos, a Artecola produz cabedais para calçados de segurança para os mercados interno e externo em unidades instaladas nas cidades de Novo Hamburgo e Candelária/RS. “Em 2007, vendemos cerca de 3 milhões de pares, o equivalente a 1/3 da exportação nacional do segmento”, destaca o presidente executivo, Eduardo Kunst, que recebeu jornalistas em companhia de Renato Kunst, presidente do conselho de administração.
No ano passado, o grupo criou seu conselho de administração, com dois integrantes internos (Renato Kunst, presidente, e seu irmão Livino) e três externos. A profissionalização da gestão e o foco na inovação objetivam alcançar US$ 300 milhões em receita líquida até 2010 através da manutenção dos negócios atuais e do ingresso em novos segmentos de mercado. 60 anos de história Destas, nove empresas estão localizadas no exterior e, juntas, são responsáveis por 43% da receita líquida. No Brasil, o grupo mantém em operação a Artecola Indústrias Químicas, a Artecola do Nordeste e duas joint ventures, totalizando nove plantas fabris (três no RS, três em SP e três no NE). “Cada planta é responsável pelo abastecimento do mercado ao redor”, afirma Eduardo. Esta estruturação permite, se necessário, o deslocamento da produção de uma unidade para outra ou de um país para outro para atender a circunstâncias econômicas ou de mercado. Em 2007, foram incorporadas quatro empresas (no Chile, no México, na Argentina e no Peru), que representaram um aumento de arrecadação de US$ 23 milhões. Para este ano, estão previstas outras três aquisições, todas na América Latina, foco de atuação do grupo. Como as anteriores, elas ajudarão a ampliar a presença internacional do conglomerado, que integra o Ranking das Transnacionais Brasileiras de 2007, elaborado pela Fundação Dom Cabral e Columbia University. Nanotecnologia Mapeamento Por Milton Grabin, de Novo Hamburgo |
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