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29/11/2017

Dentro de aproximadamente 10 anos, China vai comandar o mercado de luxo

Dentro de menos de 10 anos, 7,6 milhões de famílias chinesas abastadas poderão gastar anualmente com produtos de luxo tanto quanto é gasto nos mercados do Japão, Itália, França e Estados Unidos juntos. Ou seja, em 2025, a República Popular sozinha produzirá, em produtos de alta gama, receitas de 151,4 bilhões de euros, quase metade dos 344 bilhões de euros gastos em escala global.

Que os consumidores chineses são importantes para o mercado de luxo é um fato que estamos acostumados a ouvir. Uma pesquisa da McKinsey & Company (Chinese luxury consumers: the 1 trillion renminbi opportunity) mede as dimensões do fenômeno.

“O crescimento nos gastos não é mais conduzido por consumidores novos que compram produtos de luxo pela primeira vez, mas por clientes já existentes”, explica o analista McKinsey Antonio Achille ao jornalista da MFF, Jay Gatsby.

Enquanto isso, o público também aumentou: “Se, em 2008, os chineses ricos – aqueles com renda superior a cerca de 38 mil euros – representavam só um terço dos consumidores de luxo, hoje eles somam metade e são responsáveis por 88% dos gastos”, continua Achille.

O meio digital também terá papel importante. De acordo com pesquisa da KPMG divulgada no Jing Daily, em 2020, o mercado online na China chegará a veicular 50% das vendas de bens de luxo.

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