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28/08/2018

Rússia: calçados com saltos baixos caem no gosto geral, assim como nos Estados Unidos

Em Moscou, mais uma evidência de como os gostos e o consumo dos locais se alinharam com os do resto do mundo, em particular com aqueles que estão influenciando os consumidores dos Estados Unidos: há um aumento nas vendas de calçados sem salto. O grupo Obuv Rossii (606 lojas em 180 cidades da Rússia) revelou que, no primeiro semestre de 2018, a participação das vendas de sapatos sem salto superou os 70%. Nos referimos principalmente aos tênis, modelos urban/casual e sapatilha. “Estamos testemunhando um aumento da popularidade de calçados confortáveis sem salto há várias temporadas. Essa é uma tendência global que também se reflete no mercado russo”, afirma Elena Khvorova, chefe da divisão de compras e marketing da Obuv Rossii para a revista russa Shoes Report. De acordo com a gerente, na comparação entre os primeiros semestres de 2017 e 2018, a participação de sapatos sem salto nas vendas subiu de 65% para 71%.

"Sou única, igual a todo mundo", define-se a coach Carmela Montanari
Carmela Montanari é o que podemos chamar de pessoa do mundo. Filha de um político aventureiro e mãe antropóloga e museóloga, Carmela teve sua infância e adolescência vivenciada em vários países, adquirindo novas culturas, diferentes línguas e, claro, um senso analítico ímpar. E através desta cronologia que entendemos como se tornou uma “coach” de imagem extremamente qualificada, com clientes em diversas áreas. Hoje detém um portfólio de clientes que engloba atrizes, executivos, profissionais liberais, empresários ou simplesmente pessoas que desejam renovar seu visual e aprender o que melhor lhes cabe. "Quando estou diante de um cliente, devo fazê-lo entender que, a partir do momento em que começarmos o processo de Coaching, ele fará uma viagem para dentro de si e voltará com informações preciosas sobre seus gostos, planos e vontades", detalha.

Comandante da Radan, Raul Viega da Rocha anuncia nova loja no segmento esportivo
Lojas Radan, rede comandada por Raul Viega da Rocha, inaugura no dia 17 de outubro, no Passo Fundo Shopping, sua 12ª unidade. Será a terceira loja Radan Esportes e a primeira fora da região metropolitana de Porto Alegre. Considerado o maior shopping center da região Norte do Rio Grande do Sul, o empreendimento tem Área Bruta Locável (ABL) de 30 mil m², três pavimentos, cerca de 200 lojas, 6 âncoras, 13 megalojas, 3 restaurantes, ampla praça de alimentação com vista panorâmica para uma lagoa, 5 salas de cinema, supermercado, hotel e 2 mil vagas de estacionamento. O empreendimento está localizado na Avenida Presidente Vargas, 1.610, e é administrado pela AD Shopping, de São Paulo, que gerencia mais de 35 shopping centers em todo o país. A Radan tem sede em São Leopoldo e Raul é um atuante dirigente da Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac).

Para empresários, redução de impostos e juros deve ser prioridade do próximo governo
Os empresários dos setores de varejo e serviços estão otimistas com a economia para 2019, quando o país terá um novo presidente. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 54% dos entrevistados esperam um cenário econômico melhor para o próximo ano e 71% anseiam que a nova gestão promova mudanças em relação às diretrizes atuais. Entre as prioridades mencionadas para o presidente que assumirá em 1º de janeiro, 52% destacam a redução de impostos e 34% a queda dos juros. Em terceiro lugar, aparece o combate à corrupção (28%), seguido da diminuição da burocracia (16%).

'Doença Holandesa' ou 'Praga Brasileira'? questiona consultora
Em economia, “doença holandesa” refere-se à relação entre a exportação de recursos naturais e o declínio do setor manufatureiro. Segundo Ana Klein, diretora de Relações com Mercado da ACS Global, embora alguns analistas neguem sua existência no Brasil, a orientação econômica de sucessivos governos só fez piorar o cenário no qual nossos produtos manufaturados perdem competitividade internacional. O crescimento do país entre 2002-2008, promovido pela elevação dos preços das commodities exportadas, foi baseado no agronegócio e contribuiu para o agravamento do mal. "Estamos perdendo competitividade, ao mesmo tempo em que o resto do mundo está dando um salto com a quarta revolução industrial, marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas. Enquanto isso, damos marcha ré, exportando produtos primários e vendo nossa indústria morrer à míngua", declara.

Itália: artigos de couro entre altos e baixos no primeiro trimestre
Enquanto as exportações italianas de couro tiveram um incremento de 3,6% em volume, a receita aumentou 7,2%, com um aumento médio de preços de 11,2%. Depois de um “surpreendente” 2017, como definiu o diretor-geral da Assopellettieri Danny D’Alessandro, o primeiro trimestre de 2018 começa com resultados que mostram alguns sinais de desaceleração, porém ainda positivos. De acordo com os dados parciais do centro de estudos da Confindustria Moda, os 15 principais países do mercado mostram tendências heterogêneas. Apenas Alemanha, Suíça, China e Holanda crescem tanto em valor quanto em volume de vendas, enquanto os EUA se recuperam em quantidade (+33,5%), mas a preços decrescentes (-2,5%). Já a Rússia interrompe a recuperação do biênio 2016-2017.

Colaborou Lorenzo Raggi (FotoShoe Magazine - Milão/Itália)

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