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21/03/2019

Usaflex construirá nova fábrica no Vale do Sinos e planeja criar 430 empregos em 2019

A Usaflex não para. Após inaugurar operações em Parobé e Dois Irmãos, além da ampliação da sede em Igrejinha, vem agora uma nova fábrica de calçados da marca. Será em Campo Bom, para onde será transferida a produção da operação atual no município, que fica em um prédio que não suporta mais a demanda da empresa.

CEO da empresa, Sergio Bocayuva comunicou os funcionários no início da tarde desta quarta-feira (20). São 400 trabalhadores e serão transferidos para a nova fábrica. Além deles, serão abertos mais 200 empregos na unidade, que será inaugurada em junho no bairro Rio Branco. "A nova fábrica será três vezes maior do que a atual, com 5 mil metros quadrados de área construída. A Prefeitura de Campo Bom foi muito importante para mantermos a operação no município", revela Bocayuva .

Planos para 2019
Nos planos da Usaflex para 2019, estão investimentos de R$ 17,6 milhões. Até 2021, o CEO, Sergio Bocayuva, acredita que a empresa precisará de mais duas novas fábricas.

A empresa também tem forte atuação no varejo. Em especial, na expansão com franquias."Fechamos 2018 com 176 franquias e pretendo fechar 2019 com 236", detalha o executivo.

A Usaflex emprega cerca de 3 mil pessoas atualmente. Para 2019, o plano é criar 430 novos empregos "Criamos empregos sem deixar de investir em automação. Com isso, reduzimos em 10% o custo de produção e repassei isso para o preço, oferecendo o produto mais barata para o consumidor", detalha

Expansão
A expansão acelerada da empresa começou há dois anos quando o controle foi vendido para o executivo e mais um fundo de investimentos. Tendo passado pelo setor de alimentação saudável, com a Mundo Verde, e pelo ramo de beleza, com a Embelleze, Sergio Bocayuva tinha o desafio de deixar o calçado da Usaflex mais bonito, conquistando clientes jovens sem perder as consumidoras antigas. Para manter a marca associada a conforto, a empresa segue investindo em tecnologia. Sergio Bocayuva, inclusive, critica quem apostou em produto sintético de baixo preço.

Fonte: Zero Hora